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Arthur BigHead

Pense

Sinapse, imagem acima, são as regiões de comunicação entre os neurônios.

Durante o século XX o mundo foi ganhando a configuração que atualmente ainda conhecemos.

O Mundo Ocidental foi divido em três Zonas Filosóficas:

  • Pragmatista (EUA, Inglaterra, Países Escandinavos)
  • Marxistas-Dialética (Cortina de Ferro)
  • Existencialista (Europa Central, América Latina)

O Brasil – recebe as influências:

  • Existencialista/idealista ( franco-ibérica e germanófila)
  • Tropicália (introduziu elementos pragmatistas via Concretismo dos Paulistas). Foi um Movimento anti-existencialista, gerou o lado otimista e elegantemente pragmaticista dos brasileiros, diferenciando dos latinos.
Brasil – desenvolvimento em 04 Tempos
  • Até 1888 eramos escravagistas, a Filosofia nasceu para nós, e nesse período fundamentou a busca pela liberdade
  • Em 192234 anos depois , a Antropofagia Cultural surge como indicio de busca pelo que somos sob vários aspectos 
  • Em 1968, 46 anos depois, o Tropicalismo mescla tudo, nascia ali nossa consciência moderna

Até 1984 era bem complicado estudar Filosofia no Brasil. O desenvolvimento dos “03 Tempos” ficou, de certo modo, em suspenso durante 20 anos. Vários procedimentos e modo de pensar anacrônicos foram instaurados. Com a abertura política essa atividade voltou a fazer parte da vida nacional.

Entre 1985 e 1992 por meio do filósofo/músico Edson de Melo (que me apresentou sua Teoria e Prática da Impecabilidade) e do antropósofo Thomas Sixel (que me apresentou sou Fraternidade Norte Sul) por intermédio de ambos conheci a obra de Farias Brito (1862/1917), do pensador alemão Rudolf Steiner (1861/1925).

No entanto durante os anos 90, e nas duas décadas deste século, percebo defasagens entre Ciências Humanas, novas Tecnologia e a realidade espetacularizada. Criaram-se vários e diferentes caminhos, em muitos há indicação de elementos cognitivos da Filosofia Pragmática. Reconhecer tais padrões para atualizar e até mesmo constituir novos paradigmas e se ajustar a continua transformação, que é a vida, é o grande desafio. Steiner, Farias Brito, o idealismo, o romantismo, o existecialismo, o irracionalismo  já não podiam justificar a velocidade da realidade.

O que é Epistemologia?

Em 2008 surgiu uma nova situação e postura cognitiva. Refeito o contato, 16 anos após, Edson de Melo me apresenta a “Epistemologia”, ciência que investiga a natureza do conhecimento científico e de sua prática. Dessa maneira, examina as teorias científicas, seu surgimento, desenvolvimento, mudanças, além do modo de trabalho dos cientistas. Estuda o caráter e desenvolvimento de conceitos, proposições, hipóteses, argumentos e conclusões, com respeito a sua função na Ciência. Analisa os meios através dos quais o cientista prevê ou explica fenômenos, os modos de explicação, formulação, objetivo e estrutura dos métodos empregados, suas implicações, ilações, também de resultados, com respeito ao desenvolvimento de tecnologias.

A Epistemologia interage com as demais disciplinas, tentando generalizar os conceitos desenvolvidos. Compreende-se como matriz, tecendo, implicitamente, o paradigma no qual justifica-se como melhor e mais desenvolvido meio de obter conhecimentos.

Em nosso caso queremos pensar o Brasil por meio de sistema dinâmico não linear. Com isso nossa lógica antropofágica poderá ser melhorada, ganhará objetividade pragmática voltada para construção do futuro a cada dia no presente. Seu ciclo continuo parece ter acelerado com a Tecnologia, como lançar a consciência a essa nova ordem de velocidade de dados? 

capalinkpai1Em 2010 foi concluído o Instrumentário (EPI_Br), algo como uma tecnologia filosófica proposta pelo epistemólogo Edson de Melo. O instrumentário visa tornar apto o exercício perceptivo dos vários aspectos filosóficos neste processo de evolução. Ao mesmo tempo permite acessar novas técnicas de modo a compor recursos contra o anacronismo de técnicas destituídas de ligação com o futuro.

arthurbighead@uol.com.br
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